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Tomografia da pelve: quando é indicada, o que o exame mostra e como é feita

5 de dezembro de 2025
Tomografia da pelve

Dores abdominais persistentes, alterações urinárias ou ginecológicas, suspeitas de tumores e lesões ósseas são algumas das situações em que o médico pode solicitar uma tomografia da pelve

Quer saber tudo sobre o exame? Continue lendo e tire suas dúvidas com a Teleimagem!

O que é a tomografia da pelve?

A tomografia da pelve é um exame de imagem que utiliza radiação ionizante e reconstrução computadorizada para gerar cortes transversais e tridimensionais de alta resolução das estruturas pélvicas. 

Ela abrange órgãos como bexiga, útero, ovários, trompas, próstata, vesículas seminais, reto, intestino terminal e ossos da bacia. 

O método permite visualizar desde tecidos moles até estruturas ósseas, sendo fundamental para o diagnóstico de tumores, inflamações, cálculos, fraturas e outras alterações anatômicas. Por sua capacidade de fornecer imagens precisas e rápidas, é amplamente empregada em centros de diagnóstico e hospitais.

Quando a tomografia da pelve é indicada?

A indicação da tomografia da pelve depende da hipótese clínica do médico. Em geral, o exame é solicitado para investigar:

  • Dores pélvicas de causa indeterminada
  • Infecções urinárias de repetição ou suspeita de abscessos pélvicos
  • Lesões tumorais ginecológicas ou prostáticas
  • Avaliação de metástases ósseas da pelve
  • Fraturas ou traumas da bacia
  • Monitoramento de doenças inflamatórias intestinais
  • Planejamento cirúrgico em ginecologia, urologia e oncologia

Em casos de emergência, a tomografia é particularmente útil por fornecer uma visão rápida e abrangente da região, facilitando decisões imediatas de conduta médica.

Quais doenças a tomografia da pelve detecta?

A tomografia da pelve tem ampla aplicabilidade diagnóstica e é capaz de identificar alterações em diferentes sistemas: urinário, reprodutivo, ósseo e intestinal. Abaixo estão as principais doenças e condições que podem ser detectadas por meio desse exame:

Tumores e neoplasias pélvicas

Permite visualizar massas sólidas ou císticas em órgãos como útero, ovários, próstata e bexiga, além de avaliar extensão, infiltração e possíveis metástases locais.

Câncer de bexiga e próstata

A tomografia da pelve ajuda a identificar espessamentos da parede vesical, invasão extravesical e aumento prostático suspeito, contribuindo para o estadiamento oncológico.

Endometriose

Auxilia na detecção de focos endometrióticos profundos, aderências e cistos ovarianos relacionados à doença, principalmente em estágios avançados.

Miomas uterinos

Mostra o número, tamanho e localização dos miomas, diferenciando-os de outras massas pélvicas e permitindo melhor planejamento terapêutico.

Doença inflamatória pélvica (DIP)

Evidencia coleções líquidas, abscessos, espessamento de trompas e sinais de inflamação pélvica em casos de infecção ginecológica ou pós-cirúrgica.

Cistos ovarianos e torsão anexial

Identifica cistos simples ou complexos e avalia complicações, como torção de ovário, que pode comprometer a vascularização e requer intervenção imediata.

Cálculos urinários e obstruções

Detecta cálculos na bexiga e ureteres distais, dilatação de vias urinárias e obstruções causadas por massas ou inflamações.

Fraturas e traumas da bacia

Mostra fraturas ósseas, deslocamentos articulares e hematomas retroperitoneais com alta precisão, sendo fundamental em emergências.

Infecções e abscessos pélvicos

Evidencia coleções purulentas, espessamento de paredes viscerais e presença de gás em tecidos moles, sugerindo processos infecciosos ativos.

Metástases ósseas da pelve

Permite identificar lesões osteolíticas ou osteoblásticas decorrentes de tumores primários, como de mama, pulmão ou próstata.

Doenças intestinais e inflamatórias

Avalia espessamentos do reto e do sigmoide, fistulizações e abscessos associados a doenças como Crohn e retocolite ulcerativa.

Hérnias inguinais e femorais

Mostra o conteúdo herniário, sua relação com estruturas adjacentes e possíveis complicações, como encarceramento ou estrangulamento.

Qual é a diferença entre a tomografia da pelve com e sem contraste?

A tomografia da pelve pode ser realizada com ou sem contraste, conforme o objetivo clínico. O contraste iodado, administrado por via intravenosa ou oral, ajuda a diferenciar tecidos e vasos sanguíneos, destacando alterações que poderiam passar despercebidas.

  • Com contraste: é indicada para avaliar tumores, inflamações, abscessos, processos infecciosos e vascularização anormal.
  • Sem contraste: é suficiente para investigar cálculos urinários, fraturas ou quando o paciente tem contraindicação ao contraste.

A escolha do protocolo depende sempre da avaliação médica, levando em conta o histórico e as condições do paciente.

Como deve ser o preparo para fazer o exame?

A preparação para a tomografia da pelve é simples, mas essencial para garantir imagens de qualidade. O paciente deve:

  • Manter jejum de 4 a 6 horas, caso o exame utilize contraste
  • Evitar o uso de roupas com metais, cintos, botões ou zíperes
  • Retirar bijuterias, próteses removíveis e objetos metálicos
  • Informar à equipe médica se possui alergia a contraste iodado, insuficiência renal ou diabetes
  • Beber água se houver recomendação para enchimento vesical (em alguns protocolos ginecológicos)

Esses cuidados evitam interferências nas imagens e aumentam a precisão diagnóstica.

O exame é doloroso ou provoca desconforto?

A tomografia da pelve é indolor e não invasiva. O paciente permanece deitado, imóvel, por alguns minutos enquanto o equipamento realiza os cortes de imagem. 

Em casos com contraste, pode haver uma sensação temporária de calor pelo corpo ou gosto metálico na boca, efeitos considerados normais e transitórios. O desconforto é mínimo e não há necessidade de recuperação após o exame.

Quanto tempo geralmente demora a realização da tomografia da pelve?

O tempo total da tomografia da pelve varia conforme o protocolo, mas em média o exame dura de 10 a 20 minutos. Quando há uso de contraste, o processo pode se estender um pouco devido à preparação e à administração da substância. Após o término, o paciente é liberado rapidamente, salvo em casos que exijam observação médica por condições pré-existentes. 

Os resultados costumam ser disponibilizados em até 24 horas, embora laudos emergenciais possam ser liberados mais rapidamente. Em clínicas e hospitais parceiros da Teleimagem, os laudos são emitidos remotamente por radiologistas especializados, garantindo precisão e agilidade no suporte diagnóstico.

Que órgãos e estruturas são avaliados?

O laudo da tomografia da pelve descreve de forma detalhada os achados anatômicos e eventuais alterações nos órgãos pélvicos. Entre as estruturas avaliadas estão:

  • Bexiga e ureteres distais
  • Útero, endométrio, ovários e trompas (nas mulheres)
  • Próstata e vesículas seminais (nos homens)
  • Reto e intestino terminal
  • Ossos da pelve e articulações sacroilíacas

O radiologista analisa dimensões, espessuras, densidades e contrastes das estruturas, identificando sinais de inflamação, tumores, cálculos, coleções líquidas e outras anormalidades relevantes para o diagnóstico clínico.

O que significam termos comuns que aparecem no laudo?

Durante a leitura do laudo da tomografia da pelve, alguns termos técnicos podem gerar dúvida. Os mais frequentes incluem:

  • Espessamento da parede vesical: pode indicar infecção urinária, inflamação crônica ou obstrução.
  • Lesão pélvica: termo genérico que se refere a qualquer alteração sólida ou cística detectada na região.
  • Metástase óssea da pelve: refere-se à disseminação tumoral para os ossos pélvicos, geralmente em pacientes com câncer primário conhecido.

A interpretação final desses achados deve sempre ser realizada pelo médico solicitante, que integrará as informações do exame com o quadro clínico do paciente.

Qual a diferença entre tomografia da pelve e outros exames de imagem da pelve?

A tomografia da pelve difere de outros métodos por combinar rapidez e alta definição anatômica. O ultrassom pélvico, por exemplo, é o primeiro exame de escolha em muitas situações por ser acessível e sem radiação, mas pode ter limitações em pacientes com sobrepeso ou gases intestinais. 

Já a ressonância magnética da pelve oferece maior contraste entre tecidos moles e é mais indicada para avaliação detalhada de tumores, endometriose ou lesões prostáticas. 

A tomografia, portanto, ocupa um papel intermediário e estratégico: é mais rápida que a ressonância e mais precisa que o ultrassom em situações que exigem alta resolução e resposta imediata.

A tomografia da pelve é indispensável no diagnóstico por imagem, integrando precisão técnica, agilidade e valor clínico. A Teleimagem fornece suporte diagnóstico remoto a clínicas e hospitais de todo o Brasil, com laudos elaborados por radiologistas experientes e protocolos de alta qualidade.

Esse suporte garante confiança e uniformidade na interpretação dos exames, fortalecendo o cuidado médico e a tomada de decisão baseada em evidências.

Teleimagem – Laudos a distância para instituições de saúde

Há mais de 18 anos, a Teleimagem oferece laudos médicos a distância com precisão, agilidade e responsabilidade para instituições de saúde em todo o Brasil.

Somos especializados na emissão de laudos de ressonância magnética e tomografia computadorizada, com uma equipe formada por radiologistas experientes, especialistas e subespecialistas que atuam tanto em exames eletivos quanto em casos de urgência.

Se a sua clínica, hospital ou centro de diagnóstico busca uma solução de telerradiologia confiável e eficiente, conte com a Teleimagem.

Entre em contato pelo fixo ou WhatsApp: (011) 4063-6150 ou solicite contato através do nosso formulário do site clicando aqui.

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