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Ressonância Magnética

Ressonância da coluna lombar: quando é indicada, o que mostra e como funciona o exame

7 de dezembro de 2025
Ressonância da coluna lombar: para que serve e preparo

A dor lombar é uma das queixas mais comuns nos consultórios médicos e pode ter diferentes causas, que variam desde sobrecarga muscular até alterações estruturais mais complexas. Quando os sintomas persistem ou se tornam incapacitantes, a ressonância da coluna lombar se torna o exame de escolha para investigar a origem do problema com precisão. 

Esse método permite visualizar com clareza os discos intervertebrais, as vértebras, os nervos e os tecidos ao redor, revelando alterações que muitas vezes não aparecem em outros exames.

Importante: a Teleimagem é uma empresa especializada em laudos radiológicos a distância e atende exclusivamente instituições de saúde. Não realizamos exames diretamente em pacientes. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo. O exame de tomografia com contraste deve ser realizado em centros de imagem devidamente habilitados, sempre com orientação médica.

O que é a ressonância magnética da coluna lombar?

A ressonância da coluna lombar é um exame de imagem que utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para produzir imagens detalhadas da região inferior da coluna vertebral, sem o uso de radiação ionizante. Essa técnica permite avaliar com grande definição as estruturas ósseas, os discos intervertebrais, a medula espinhal e as raízes nervosas.

O exame é indicado principalmente para investigar dores lombares persistentes, formigamentos, dormências, fraquezas nas pernas e alterações de sensibilidade. Por ser altamente sensível, é considerado o padrão ouro para o diagnóstico de doenças e lesões da coluna.

Quais problemas a ressonância lombar pode detectar?

A ressonância da coluna lombar é capaz de identificar uma ampla variedade de condições musculoesqueléticas, neurológicas e degenerativas. Entre as mais comuns estão:

Hérnia de disco lombar

Mostra o deslocamento do disco intervertebral e sua compressão sobre as raízes nervosas, principal causa de dor irradiada para as pernas (ciatalgia).

Protusão discal

Revela o abaulamento leve do disco, que ainda não rompeu o anel fibroso, podendo causar desconforto e limitação de movimento.

Estenose do canal vertebral

Identifica o estreitamento do canal medular, que pode causar dor, formigamento e fraqueza nas pernas, especialmente em pessoas mais velhas.

Degeneração discal

Mostra o desgaste natural dos discos intervertebrais, perda de altura e desidratação, comuns com o envelhecimento ou esforço repetitivo.

Artrose interfacetária

Evidencia o desgaste das articulações entre as vértebras, responsável por dores localizadas e rigidez lombar.

Fraturas vertebrais

Permite detectar microfraturas por trauma, osteoporose ou processos tumorais.

Lesões inflamatórias e infecciosas

Ajuda na identificação de processos inflamatórios como espondilite anquilosante ou infecções ósseas e discais (espondilodiscite).

Tumores e metástases ósseas

A ressonância da coluna lombar é essencial na detecção e acompanhamento de lesões tumorais, avaliando extensão, infiltração e compressão nervosa.

A ressonância da coluna lombar mostra hérnia de disco?

A ressonância da coluna lombar é o exame mais indicado para diagnosticar hérnias de disco, por sua capacidade de mostrar detalhes anatômicos com altíssima precisão. Ela permite diferenciar hérnias contidas, extrusas ou sequestradas e determinar o grau de compressão sobre as raízes nervosas. 

Essas informações são fundamentais para definir o tratamento mais adequado, seja conservador ou cirúrgico.

Preciso de encaminhamento médico para fazer esse exame?

A ressonância da coluna lombar deve sempre ser solicitada por um médico, preferencialmente ortopedista, neurocirurgião ou reumatologista. 

O encaminhamento é importante porque garante que o exame seja feito com o protocolo correto e interpretado dentro do contexto clínico do paciente. 

Além disso, apenas o profissional pode correlacionar os achados de imagem com os sintomas e o histórico do paciente, evitando diagnósticos equivocados.

É necessário usar contraste na ressonância lombar?

Na maioria dos casos, a ressonância da coluna lombar é realizada sem contraste. No entanto, o uso de contraste à base de gadolínio pode ser indicado em situações específicas, como suspeita de infecção, tumor ou avaliação pós-cirúrgica. 

O contraste realça tecidos e estruturas, permitindo uma análise mais detalhada quando há inflamação, neoplasia ou cicatrizes. A decisão sobre seu uso é feita pelo médico responsável e pelo radiologista, com base na indicação clínica.

Como devo me preparar para o exame?

A preparação para a ressonância da coluna lombar é simples, mas exige alguns cuidados:

  • Retire relógios, brincos, piercings e acessórios metálicos
  • Use roupas confortáveis e sem zíperes ou botões metálicos
  • Informe à equipe sobre próteses, pinos, clipes ou implantes
  • Caso o exame use contraste, mantenha jejum de 4 horas
  • Avise se tiver claustrofobia; é possível solicitar suporte para conforto

O paciente deve permanecer imóvel durante a aquisição das imagens, que são obtidas por meio de pulsos magnéticos sequenciais.

O exame dói ou causa desconforto?

A ressonância da coluna lombar é um exame indolor e não invasivo. O principal incômodo relatado é o ruído do equipamento e a necessidade de permanecer imóvel por alguns minutos. 

Pacientes com claustrofobia leve podem receber orientações para se sentirem mais confortáveis, e o exame é constantemente monitorado pela equipe técnica. O contraste, quando necessário, é administrado por via intravenosa e raramente causa reações adversas.

Quanto tempo dura uma ressonância da coluna lombar?

O tempo de realização da ressonância da coluna lombar varia entre 20 e 40 minutos, dependendo do protocolo adotado e da necessidade de contraste. 

Em clínicas e hospitais parceiros da Teleimagem, os laudos são elaborados por radiologistas especializados em neurorradiologia e coluna vertebral, garantindo precisão e agilidade na entrega dos resultados.

O exame é seguro para quem tem pinos, próteses ou marca-passo?

A ressonância da coluna lombar é segura na maioria dos casos, mas pacientes com dispositivos metálicos precisam informar previamente o tipo de material. Implantes ortopédicos modernos, como pinos e próteses de titânio, geralmente são compatíveis com o campo magnético. 

No entanto, marcapassos antigos, clipes vasculares ferromagnéticos e neuroestimuladores não compatíveis representam contraindicação absoluta. A equipe técnica avaliará individualmente cada caso para garantir a segurança do exame.

Qual é a diferença entre ressonância magnética e tomografia da coluna lombar?

Embora ambos os exames avaliem a mesma região, a ressonância da coluna lombar e a tomografia têm finalidades distintas.

  • Ressonância magnética: ideal para tecidos moles, discos, nervos e medula, sem uso de radiação.
  • Tomografia computadorizada: superior para avaliação óssea, fraturas e processos degenerativos avançados.

Na prática, os métodos são complementares. A escolha depende da hipótese diagnóstica e da orientação médica.

O que significa quando o laudo menciona “protusão discal”, “artrose” ou “degeneração discal”?

Esses são achados comuns na ressonância da coluna lombar, especialmente em pessoas com dor lombar crônica.

  • Protusão discal: abaulamento do disco sem ruptura, que pode comprimir nervos e causar dor irradiada.
  • Artrose: desgaste das articulações interfacetárias, típico do envelhecimento.
  • Degeneração discal: perda de elasticidade e altura do disco intervertebral, reduzindo sua função de amortecimento.

Esses achados devem sempre ser interpretados em conjunto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.

Quando devo repetir o exame ou procurar um especialista após o resultado?

A repetição da ressonância da coluna lombar depende da evolução clínica e da conduta médica. 

O exame pode ser solicitado novamente para acompanhar a resposta a tratamentos, monitorar pós-operatórios ou avaliar o surgimento de novos sintomas. É fundamental procurar um especialista sempre que houver piora da dor, perda de força, formigamento intenso ou alterações urinárias.

A ressonância da coluna lombar é uma ferramenta de altíssima precisão para o diagnóstico de doenças e lesões na região lombar, oferecendo imagens detalhadas que orientam condutas médicas mais seguras. 

A Teleimagem apoia clínicas e hospitais em todo o país com laudos especializados e interpretação radiológica de excelência, assegurando agilidade, qualidade e confiabilidade nos resultados.

Teleimagem – Laudos a distância para instituições de saúde

Há mais de 18 anos, a Teleimagem oferece laudos médicos a distância com precisão, agilidade e responsabilidade para instituições de saúde em todo o Brasil.

Somos especializados na emissão de laudos de ressonância magnética e tomografia computadorizada, com uma equipe formada por radiologistas experientes, especialistas e subespecialistas que atuam tanto em exames eletivos quanto em casos de urgência.

Se a sua clínica, hospital ou centro de diagnóstico busca uma solução de telerradiologia confiável e eficiente, conte com a Teleimagem.Entre em contato pelo fixo ou WhatsApp: (011) 4063-6150 ou solicite contato através do nosso formulário do site clicando aqui.

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