O que é a Ressonância Magnética e o que ela detecta?

Você recebeu um pedido médico para ressonância magnética e ficou com dúvidas sobre como é o exame, se ele dói ou se precisa de preparo especial?
Esse é um dos exames de imagem mais precisos da medicina moderna e pode revelar detalhes que outros métodos não mostram.
Ao longo deste artigo, você vai entender exatamente como funciona, quando é indicado, quais cuidados tomar e por que ele é tão importante para um diagnóstico seguro.
Importante: a Teleimagem é uma empresa especializada em laudos radiológicos a distância e atende exclusivamente instituições de saúde. Não realizamos exames diretamente em pacientes. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo. O exame de tomografia com contraste deve ser realizado em centros de imagem devidamente habilitados, sempre com orientação médica.
O que é ressonância magnética?
A ressonância magnética é um exame de diagnóstico por imagem que utiliza um campo magnético poderoso e ondas de rádio para gerar imagens detalhadas do interior do corpo humano.
Diferente de exames como a tomografia ou o raio-X, ela não utiliza radiação ionizante, o que a torna mais segura para a maioria dos pacientes.
O aparelho de ressonância cria um campo magnético que interage com os átomos de hidrogênio presentes no corpo. Essas interações são captadas por receptores e transformadas em imagens de alta definição, permitindo que médicos identifiquem desde pequenas inflamações até alterações estruturais complexas.
Por oferecer uma visualização muito clara de tecidos moles como músculos, tendões, ligamentos, vasos e órgãos, a ressonância magnética é especialmente útil para diagnósticos que exigem precisão e detalhes.
Para que serve a ressonância magnética?
A ressonância magnética é indicada em diversas situações clínicas. Entre as principais utilidades estão:
1. Diagnosticar doenças neurológicas
Permite identificar alterações no cérebro e na medula espinhal, como tumores, aneurismas, AVC (acidente vascular cerebral), esclerose múltipla e outras doenças neurológicas.
2. Avaliar lesões musculoesqueléticas
É o exame mais indicado para investigar lesões em ligamentos, tendões, músculos, meniscos e cartilagens, sendo muito utilizada em casos de dores crônicas, traumas esportivos e degenerações articulares.
3. Investigar dores crônicas e sem causa aparente
A ressonância magnética ajuda a identificar inflamações, fraturas ocultas e alterações estruturais que podem não ser visíveis em outros exames.
4. Avaliar órgãos internos
Permite examinar com detalhes o coração, fígado, rins, pâncreas, útero, próstata e outros órgãos, identificando alterações que vão desde cistos e tumores até inflamações.
5. Investigar problemas vasculares
Com técnicas específicas, como a angiorressonância, é possível mapear artérias e veias, detectando estreitamentos, bloqueios ou malformações vasculares.
Qual a diferença entre tomografia e ressonância magnética?
Apesar de ambos serem exames de imagem, eles funcionam de formas diferentes e têm indicações específicas.
A tomografia computadorizada utiliza raios X (radiação ionizante) e é ideal para visualizar ossos, estruturas calcificadas e avaliar emergências de forma rápida, como fraturas e hemorragias internas.
Já a ressonância magnética não utiliza radiação e oferece imagens muito mais detalhadas de tecidos moles, sendo insubstituível na avaliação de lesões musculares, articulares, neurológicas e em órgãos internos. A escolha entre um exame e outro depende do tipo de suspeita clínica e da recomendação médica.
Quanto tempo dura uma ressonância magnética?
O tempo do exame varia de acordo com a área a ser estudada e se haverá aplicação de contraste. Em média, dura de 20 a 60 minutos, mas exames mais complexos podem chegar a 90 minutos.
Esse tempo inclui o posicionamento do paciente, a realização das sequências de imagens e, se necessário, a aplicação de contraste para melhorar a visualização das estruturas.
Quem não pode fazer ressonância magnética?
Apesar de segura, a ressonância magnética tem restrições para alguns grupos:
- Pacientes com marca-passo ou dispositivos cardíacos não compatíveis com ressonância
- Pessoas com clipes cirúrgicos cerebrais ou implantes metálicos incompatíveis
- Gestantes no primeiro trimestre, salvo casos de extrema necessidade
- Pacientes com claustrofobia grave que não possam permanecer no aparelho (podendo, nesses casos, ser indicada sedação)
Antes do exame, a equipe sempre realiza um questionário de segurança para identificar possíveis riscos.
Precisa de contraste para fazer ressonância magnética?
Nem todas as ressonâncias exigem contraste. Ele é usado apenas quando o médico precisa diferenciar melhor estruturas ou evidenciar alterações, como tumores, inflamações ou problemas vasculares.
O contraste utilizado é à base de gadolínio, geralmente bem tolerado, e é aplicado por via intravenosa durante o exame.
Pode fazer ressonância magnética menstruada?
A menstruação não impede a realização da ressonância magnética, e o exame pode ser feito normalmente.
O único cuidado é informar a equipe se houver desconforto, para que seja possível oferecer mais comodidade durante a realização.
Ressonância magnética dói?
Não. O exame é totalmente indolor. O único desconforto pode ser o barulho do equipamento, por isso, protetores auriculares ou fones de ouvido são fornecidos para minimizar o incômodo.
A necessidade de ficar imóvel por alguns minutos também pode gerar leve desconforto, mas é fundamental para que as imagens saiam nítidas.
Quanto custa uma ressonância magnética?
O valor depende da região examinada, da complexidade do caso e da clínica onde será realizado.
Em média, o custo particular pode variar bastante, mas muitos planos de saúde cobrem o exame mediante solicitação médica e autorização prévia.
Pode entrar com piercing na ressonância magnética?
Não. Objetos metálicos, incluindo piercings, brincos e relógios, devem ser retirados antes do exame, pois podem aquecer, deslocar-se ou distorcer as imagens devido ao campo magnético.
Como é feito o exame de ressonância magnética?
O paciente deita em uma maca que desliza para dentro do equipamento, que é um tubo cilíndrico. Durante o exame, o aparelho emite sons repetitivos e altos, característicos da tecnologia.
Se for necessário contraste, ele será aplicado por via intravenosa no decorrer do exame. Todo o processo é acompanhado por técnicos e médicos, que monitoram o paciente e dão orientações via interfone.
Quais os riscos da ressonância magnética?
A ressonância magnética é considerada um exame seguro. O principal risco é para pacientes com implantes metálicos não compatíveis. Reações adversas ao contraste são raras, mas podem ocorrer, sendo geralmente leves e tratáveis.
Posso fazer ressonância magnética grávida?
No primeiro trimestre, o exame só é feito em casos de urgência. A partir do segundo trimestre, pode ser realizado com segurança, desde que não haja uso de contraste, a menos que seja estritamente necessário.
Crianças podem fazer ressonância magnética?
Sim, mas como precisam ficar imóveis, às vezes é necessário sedação leve para garantir a qualidade das imagens.
Existe limite de peso para o exame?
O limite varia conforme o equipamento, normalmente entre 120 e 200 kg. É importante informar o peso no agendamento.
Posso dirigir depois do exame?
A ressonância magnética não afeta a capacidade de dirigir ou realizar atividades diárias, a menos que o paciente tenha recebido sedação.
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